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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O que é folclore?

By JARDINEIRO   Posted at  16:07   Halloween No comments

FOLCLORE

Das cantigas de ninar a personagens como o Saci, entenda o que são as tradições populares


Foto: Mauricio Melo
Foto: O Folclore faz parte da cultura tradicional brasileira
O Folclore faz parte da cultura tradicional brasileira


Se você pensa no folclore como algo distante, que faz parte do passado ou que se resume a festas típicas, crendices de áreas rurais ou personagens como saci-pererê e mula-sem-cabeça, pode repensar seus conceitos. Dinâmico, ele se renova o tempo todo, não está limitado geograficamente e pode revelar aspectos valiosos sobre um povo e sua história.
1808Esconde-esconde do Folclore
Encontre na mata os personagens do folclore brasileiro e aprenda mais sobre eles

"Existem vários tipos de saberes. Na escola, temos o conteúdo das disciplinas. Mas há um outro tipo de conhecimento tradicional, de domínio comum, que é adquirido e transmitido pelo convívio social. Esse saber é rico e nos identifica", explica Alberto Ikeda, professor de cultura popular e etnomusicologia da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp).

Modos de ser e de pensar
Também chamado de cultura popular tradicional, o folclore é o conjunto de práticas, histórias, tradições e formas de pensar que pertence a um determinado povo, foi disseminado oralmente e resistiu ao tempo.
Todos os grupos sociais, de qualquer lugar do mundo, independentemente do seu nível de desenvolvimento, têm seu repertório de práticas populares.
Por exemplo, quando recorre a um chá calmante que a avó costumava preparar, ensina ao filho a empinar pipa ou repete um ditado como "o pior cego é aquele que não quer ver", um indivíduo está lançando mão dos chamados saberes populares. Todo mundo faz isso e, muitas vezes, esses costumes estão tão incorporados em nossa rotina, que não nos damos conta de que são oriundos dessa cultura popular.
Assim como o folclore revela qualidades interessantes de uma população, ele também pode mostrar características contestáveis. Um exemplo disso são as expressões de cunho preconceituoso. "Ainda assim, é importante atentar para isso e refletir a respeito. Só podemos modificar ou preservar aquilo que conhecemos", pondera o professor Ikeda, especialista em cultura popular.
Isso é folclore
Para que algo seja considerado folclórico ̶ seja um hábito, seja uma brincadeira, seja uma música, seja uma história etc. - ele precisa fazer sentido para um grupo, em um determinado contexto, e resistir ao tempo. A transmissão do saber acontece no convívio social, seja em casa ou na sociedade. "Muitas vezes, quando vai se conceituar o que é folclore, há uma tendência a valorizar o fenômeno em si e o conhecimento é apartado do praticante. Não dá para separar o grupo humano de seu saber. É preciso valorizar as pessoas que são responsáveis pela divulgação dessas informações", alerta o professor Alberto Ikeda, da Unesp.
Outro aspecto que deve ser ressaltado é que o folclore se atualiza. Um trabalho de renda feito artesanalmente por uma comunidade local, cuja técnica foi transmitida por várias gerações, pode ganhar temáticas contemporâneas e também utilizar novos materiais, mas a essência permanece. O mesmo acontece quando surgem variantes de uma cantiga ou brincadeira.
O folclore também pode ganhar novas manifestações. Um exemplo são as frases dos para-choques de caminhão. Esse tipo de comunicação mostra a personalidade, reforça a identidade e os valores de um grupo específico.
Histórias para repartir amor
As clássicas histórias dos mitos brasileiros - como o saci, a iara, o boto - são recontadas há anos. Elas chamam atenção das crianças, despertando curiosidade e também provocando reflexão. Mas é importante que sejam contextualizadas para ampliar a compreensão dos pequenos.
Na lenda do saci, por exemplo, pode-se explicar que o personagem arteiro, que vive aprontando travessuras, surgiu da necessidade das pessoas de justificar uma distração ou arrumar um culpado para uma determinada situação (leia o nosso especial sobre personagens do folclore).
Além dos contos famosos, vale reunir as crianças e contar histórias de família, falar das brincadeiras da infância dos mais velhos, reproduzir quadrinhas e brincar de adivinhas. É dessa forma que esse tipo de saber se propaga e criamos espaço para a convivência.
"Contar histórias é repartir amor, demonstrar carinho e interesse por aquela pessoa. Ninguém conta uma história para quem não gosta", completa o professor Alberto Ikeda.

Conheça a origem das bruxas e a história do Halloween

By JARDINEIRO   Posted at  16:03   Halloween No comments

CULTURA

A Bela Adormecida, Branca de Neve, Rapunzel e tantas outras princesas viram de perto a malvada da bruxa. Entenda qual é a origem dessa personagem



Foto: Já leu histórias de bruxa para o seu filho? Experimente!Já leu histórias de bruxa para o seu filho? Experimente!

Mesmo aqueles que não tiveram uma infância cercada de contos de bruxaria saberão dizer o que é uma bruxa. Provavelmente a descreverão como uma velha enrugada com uma grande verruga no nariz, que usa chapéus compridos e pontudos, roupa preta e voa em uma vassoura mágica. Faz experimentos em seu caldeirão, acompanhada por um gato preto. Não à toa essa é a imagem que nos vem à mente: contos infantis e filmes hollywoodianos reforçam o papel da bruxa como a velhota malvada.

Para entender de onde surge essa influente personagem literária, é necessário fazer uma viagem no tempo. Em meados do segundo milênio a.C., os celtas surgiram na Europa Central e difundiram sua religião, uma das mais antigas do mundo. A raiz filosófica-espiritual era baseada na reverência a duas grandes divindades: A Deusa-Mãe e o Deus Cornífero.

Acreditava-se que esses deuses garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso da guerra. Os druidas, praticantes da religião celta, ensinavam a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça, entre outras coisas. Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte mágica. Eles também eram versados em muitas artes de adivinhação, acreditavam na comunicação com os espíritos da natureza e na previsão do futuro.

Daí surge a ideia de bruxaria, práticas intermediárias entre o plano dos deuses e dos homens. As produções literárias têm seu pé nessa cultura. Muitas bruxas retratadas nos contos de fadas são personagens com poderes especiais, capazes de feitos inacessíveis a pessoas comuns e, por essa razão, muitas vezes representadas como aterrorizadoras. 

Halloween nas escolas?

By JARDINEIRO   Posted at  16:01   Halloween No comments

Prós e contras de celebrar o Dia das Bruxas, 31 de outubro, no Brasil

Halloween no Brasil: como conciliar duas culturas na sala de aula?
Halloween no Brasil: como conciliar duas culturas na sala de aula?
Educar
No dia 31 de outubro, algumas escolas brasileiras celebram o Halloween, o Dia das Bruxas. As crianças, principalmente do ensino infantil, vestem fantasias de bruxas, vampiros, fantasmas e outros monstros para comemorar... Comemorar exatamente o quê? A festa, que é popular nos Estados Unidos, chegou às crianças brasileiras por meio de programas televisivos. Os fãs dos Padrinhos MágicosLazyTown,Ben 10 e Barney cultivam a brincadeira do doces ou travessuras? nas salas de aulas, muitas vezes sem critérios. Fica a pergunta: em que situação o Halloween pode ser utilizado dentro da escola? Até que ponto é interessante para as crianças participarem de uma manifestação cultural estrangeira?

Comemorar apenas por comemorar, além de, muitas vezes, ocupar o tempo de aulas realmente importantes não acrescenta nada na formação das crianças. Não adianta celebrar uma data na escola que não represente nada para a realidade do estudante. "É preciso explicar como a festa surgiu e contextualizá-la para que os alunos criem uma identificação. Só assim a comemoração fará sentido", diz a professora de inglês do Colégio Augusto Laranja, Cristina Malville Alonso, que trabalha o processo durante todo o mês de Outubro com seus alunos de 4 a 6 anos. Com a ajuda de fotos, vídeos e outros materiais didáticos, ela resgata a história original da data e de seus personagens. As crianças descobrem que a origem do Halloween remete às crenças celtas. Para quem não sabe, este povo da Irlanda acreditava que, no último do verão no hemisfério norte, os espíritos saíam do cemitério para tomar conta dos corpos dos vivos. Aterrorizante, a comemoração pagã, foi condenada na Europa, passando a ser conhecida como Dia das Bruxas. Graças à imigração dos irlandeses para a América, o Halloween se tornou uma data especial nos Estados Unidos.

Halloween ou Dia do Saci 

Limitar a comemoração à disciplina de inglês pode ser uma boa alternativa, bem como introduzir, de maneira sutil, a questão da influência de outras culturas graças à imigração e à globalização. Vale também apontar às crianças as diferenças culturais entre os vários países e até, quem sabe, discutir o choque cultural.

Voltar às atenções no mês de outubro para o Dia das Bruxas é realmente um problema. É preciso ter cuidado e lembrar às crianças que, originalmente, esta data não faz parte da nossa história e tradição. Pensando nisso, o Governo do Estado de São Paulo decretou, em 2005, o Dia do Saci, o mesmo dia 31 de outubro. Coincidência? Sem dúvida não, a iniciativa foi uma forma de valorizar a cultura brasileira e tentar coibir a americanização - já que, no imaginário do Brasil, o Saci é um símbolo.

Integrar o inglês com as demais disciplinas, proporcionando discussões que vão além da comemoração do Halloween é uma boa maneira de não enaltecer a data de forma prejudicial. É interessante estudar inicialmente a própria cultura, para depois conhecer as demais. Realizar um projeto sobre o folclore brasileiro aproxima as crianças da cultura brasileira e ajuda a introduzir a questão da americanização. Foi o que fez a professora Cristina: "Trabalhamos muito com interdisciplinaridade e grandes projetos, o mês de agosto é dedicado ao folclore. Com a ajuda de livros sobre lendas colocamos os alunos frente a frente com uma coisa extremamente brasileira e assim os preparamos para conhecer novas culturas", diz.

E as escolas bilíngues, como devem se posicionar? 

Como o próprio nome já diz, a escola faz os alunos aprenderem simultaneamente duas línguas, no limite, duas culturas. Priorizando na maioria das vezes o português e o inglês, durante todo o processo de aprendizado é importante que nenhuma das duas seja esquecida, em momento algum. Assim, vale comemorar tanto tradições brasileiras, como as norte-americanas, lembrando sempre de contextualizar e proporcionar novos aprendizados aos alunos. "O contato com outras culturas é importante para a formação de todas as crianças, mas, principalmente, para as que vivem em escolas bilíngues", afirma Adília Torres Cristófaro, coordenadora do Augusto Laranja, unidade Campo Belo, que em 2009 adotou o método das duas línguas no método de ensino.

Para a diretora da unidade Tatuapé do Colégio Santa Amália, Teca Antunes, a comemoração tem sim sua importância, exatamente pelo fato da escola ser bilíngue. "Termos, por princípio, trabalhar com as crianças aspectos culturais do país falante da língua inglesa (e não apenas o idioma). Dentro disso, o Halloween é uma data importante na escola, pois as crianças canadenses têm o costume de brincar nesse dia".

No dia 31, os alunos da Educação Infantil podem vir fantasiadas, já os do Fundamental 1 podem trazer adereços para que todos, no momento de intervalo, brinquem de "trick or treat" ("doces ou travessuras"), trocando doces com os colegas. Apesar de cultuar uma tradição norte-americana, Teca Antunes acredita que as comemorações não são prejudiciais ao aprendizado das crianças. "Hoje, com a globalização, as crianças brasileiras também têm acesso a essas comemorações e isso lhes permite construir conhecimentos a respeito do mundo e da forma como outras crianças, que vivem em outras partes, brincam e divertem-se", diz.

Mesmo assim, a cultura nacional não é descartada, Teca conta que o Saci não deixa de ser apresentado às crianças. "Ele também faz parte da comemoração, juntamente com os símbolos típicos do Halloween. A parte da Cultura Brasileira é garantida, em nossa proposta pedagógica, por meio de aulas específicas que tratam da cultura da infância brasileira: tradições, músicas, cantigas de roda, brincadeiras, poesias, histórias etc."

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Dia das bruxas

By JARDINEIRO   Posted at  06:57   Dia das bruxas No comments

Incremente o Dia das Bruxas!



Incremente o Dia das Bruxas!

Para quem não sabe, a cozinha é um dos lugares preferidos da bruxa, pois a culinária

nada mais é do que a transformação mágica dos ingredientes. Por isso, aproveite

nossas dicas e prepare as gostosuras para os seus monstrinhos!

doce de abóbora

Ingredientes:

1 abóbora moranga média

2 pratos fundos de açúcar

2 xícaras (chá) de coco ralado

Modo de Preparo:
Descasque a abóbora, corte-a em pedaços e coloque em uma panela. Adicione 1 copo de água, leve ao fogo e deixe cozinhar por 40 minutos até que esteja bem macia. Assim que estiver cozida, retire do fogo e bata no liquidificador. Em seguida, coloque a mistura em uma panela, adicione o açúcar e leve ao fogo. A proporção entre a massa de abóbora e o açúcar deve ser a mesma. Tampe parcialmente a panela, reduza o fogo e deixe a mistura cozinhar, mexendo sempre até que o doce esteja soltando do fundo da panela. Antes de açucarar, junte o coco ralado, misture e retire do fogo. Despeje o doce em uma assadeira untada e deixe esfriar. Em seguida, corte em quadradinhos. Se preferir, polvilhe com coco ralado.

Balas, bombons e docinhos


tradição do halloween





O Dia das Bruxas surgiu há dois mil anos quando povos celtas festejavam o fim do verão, o início do Ano-novo e as fartas colheitas. Sua comemoração original chamava-se Samhain, também conhecida como o Dia das Almas, pois acreditava-se que na noite de 31 de outubro acontecia o encontro entre o mundo espiritual e material.

No mundo moderno, o Halloween surgiu em XIX, quando irlandeses implantaram a festa nos Estados Unidos. A data virou uma tradicional festa infantil na qual crianças se fantasiam e pedem doces de casa em casa, dizendo tricks or treats - travessuras ou gostosuras.

Saiba que...

A animação é tanta que dia 31 de outubro é feriado nos Estados Unidos e o

comércio registra alto volume de vendas, superior somente ao da época de Natal. De

acordo com estatísticas, no dia 31 os mais empolgados com as compras gastam um

total de U$S 2,5 milhões em fantasias, presentes e acessórios.

Bruxos Famosos

Os bruxos mais famosos do planeta

Harry Potter - Harry Potter é um garoto inglês que foi criado pelos seus tios rabugentos, sem saber de sua verdadeira identidade. Tia Petúnia e Tio Válter têm um filho, o gordinho Duda, que vive menosprezando o primo. Tudo muda quando Harry recebe a notícia de que é um bruxo e que deve estudar em Hogwarts, uma escola para bruxos.

Harry também descobre que é famoso no mundo todo por ter salvo os trouxas (seres humanos) e todos os bruxos de um poderoso bruxo do mal, conhecido como Você-Sabe-Quem ou Lord Voldemort. Uma cicatriz na testa é a marca deste duelo. Na escola, Harry conhece seus melhores amigos: Rony Weasley e Hermione Granger. Juntos, aprendem a voar de vassoura mágica, jogar quadribol (um jogo só de
bruxos) e enfrentam perigosos feitiços de Voldemort e sua turma.

Cuca

O Sítio do Picapau Amarelo foi escrito por Monteiro Lobato. A TV Globo transformou as histórias em seriado na TV. No sítio, Dona Benta e Tia Anastácia cuidam das crianças. Não existe limite para a imaginação e até uma boneca muito teimosa, a Emília, fala e anda pela casa toda.

Cuca entra nessa história como uma bruxa má. Ela é uma bruxa que mora numa gruta do Capoeirão dos Tucanos. Em seu gigantesco caldeirão prepara muitas poções e transforma sempre a menina Narizinho em pedra.

Maga Patalógica

A feiticeira que se considera a herdeira da "Grande Circe" foi criada pelo desenhista e escritor Carl Barks para a história "The Midas Touch" (O Toque de Midas), publicada em 1961 nos Estados Unidos. Nela, conhecemos a origem de suas "desavenças" com o Tio Patinhas. Maga, que mora nas encostas do vulcão Vesúvio na Itália, quer criar o mais poderoso amuleto de todos os tempos, fundindo na cratera do vulcão moedas de multimilionários - se eles são ricos, o dinheiro que eles tocaram pode carregar seus "poderes".

Como Patinhas, além de ser o pato mais rico do mundo, carrega no bolso a primeira moeda que ganhou na vida, fica claro que a Número Um é o melhor ingrediente para o amuleto de Maga. Mas seus planos não dão certo e conseguir a moeda passa a ser sua obsessão.

A primeira disputa entre a feiticeira (Magica de Spell em inglês) e o avarento (Uncle Scrooge McDuck) foi publicada pela Abril em 1962 na revista Pato Donald 568 com o título "A Primeira Moeda de Tio Patinhas". Quando não está com sua amiga Madame Min, Maga pode ser vista em companhia de um corvo falante.

Madame Min

Sua primeira aparição aconteceu no longa-metragem de animação "A Espada Era a Lei" (The Sword in the Stone, 1963), que conta a lenda do Rei Artur no "estilo Disney". No filme, Min (em inglês Mad Madam Mim) desafia o mago Merlin a um duelo. Os dois se transformam nos animais mais ameaçadores, até que Merlin se muda em bactéria e provoca uma doença no dragão em que Min havia se transformado, vencendo assim o duelo.

Em 1965, Min passou aos quadrinhos, em uma aventura ao lado de Maga Patalógica. Desde então, as duas deixaram de se comportar apenas como vilãs e estrelaram várias histórias juntas. Min também contracenou com os Irmãos Metralha e com o Mancha Negra, por quem é perdidamente apaixonada e com quem já tentou se casar por várias vezes.

Merlin

O primeiro registro escrito sobre este personagem é a "História dos Reis da Bretanha", escrita por Geoffrey of Monmouth e publicada por volta de 1135 onde hoje é a Inglaterra. Geoffrey praticamente criou Merlin a partir de duas lendas: uma sobre um "Homem Selvagem da Floresta", chamado Lailoken ou Myrddin, e outra tirada do livro "História dos Bretões", de Nennius, que falava de um órfão chamado Ambrosius que faz uma profecia sobre a queda do rei Vortigern. Esse personagem composto, batizado Merlin Ambrosius por Geoffrey, é a base do Mago Merlin que chegou até nós.

Na concepção de Geoffrey, Merlin é o filho de uma freira de ascendência real com um demônio; essa paternidade seria a fonte de seus poderes proféticos. Na saga do rei Artur, Merlin acompanha a criação do jovem rei e da Távola Redonda, além de preparar o cavaleiro Percival para a busca do Cálice Sagrado.

Conhecido principalmente como profeta até o século 17, Merlin lentamente se torna um feiticeiro. Ele é apresentado assim em "A Espada Era a Lei" (The Sword in the Stone, 1963), que conta a lenda do Rei Artur no "estilo Disney", em "Excalibur" (1981), de John Boorman - em que trava uma disputa particular com sua meia-irmã Morgana - e mesmo na comédia "Monty Pithon e o Cálice Sagrado" (1975), em que Merlin é satirizado como o Mago Tim, que possui um cajado capaz de lançar chamas e causar explosões à distância.
Circe - Esta feiticeira, talvez a primeira da literatura mundial, é a filha de Helios (o Sol) e Perséia (a filha do Oceano). Circe é personagem da Odisséia, poema composto pelo poeta grego Homero durante o oitavo século antes de Cristo (entre 701 e 800 a.C.) que conta as aventuras do guerreiro grego Ulisses (ou Odisseu) após a Guerra de Tróia.

Em seu palácio de sua ilha no mar Mediterrâneo, Circe espera por marinheiros perdidos, que transforma em animais e serve no jantar. Quando Ulisses e seus homens chegam à ilha, a feiticeira transforma quase todos em porcos. Com a ajuda do deus Hermes (Mercúrio para os romanos), Ulisses consegue enganar Circe, libertar seus marinheiros e sair da ilha sem maiores problemas.

Circe usa um bastão de madeira - uma "varinha de condão" - e um caldeirão em seus feitiços. Os dois objetos são acessórios fundamentais para feiticeiros até hoje.

Feiticeira

Samantha casou-se com um mortal, o publicitário James Stevens. A mãe da bruxinha, a bruxa Endora, não gosta do genro e faz de tudo para estragar a felicidade do casal. Samantha e James tiveram dois filhos: Tabata e Adam. A garota nasceu bruxinha e começou a fazer seus feitiços e diabruras colocando o dedinho no nariz.

Larry Tate, o chefe de James, ficava louco e sem entender nada quando Samantha e sua família resolviam fazer mágicas. O seriado começou a ser exibido na rede americana ABC no dia 17 de setembro de 1964 e parou de ser produzido em 1º de julho de 1972.

A Bruxa

.

Velha má e horrorosa,
alta, magra, enrugada,
ela é tão poderosa,
mesmo feia e desdentada!

Verrugoso e adunco,
seu nariz, no caldeirão,
vai cheirando os ensopados
de lagarto e escorpião.

Há quem jure tê-la visto
na vassoura bem montada,
a voar, o velho mito,
ressoando gargalhadas.

Dita a velha tradição
que depois de seis irmãs,
a seguinte nasce bruxa,
esta é a maldição!

Hoje, em muitos povoados,
vilarejos ou cidades,
sempre há uma mulher
a fazer muitas maldades.

Curiosa a examino
procurando-lhe a verruga,
mas, às vezes, desanimo...
ela só é nariguda


Maria da Graça Almeida

Que sujeira!

.

Casa de bruxa tem rato,
sapo, morcego e coruja.
Pra que é que serve a vassoura,
se a casa dela é tão suja?


Pedro BandeiraFui no Cemitério


Fui no cemitério
tério, tério, tério

Era meia-noite
noite, noite, noite

Tinha uma caveira
veira, veira, veira

Ela era bonita
nita, nita, nita.



Era uma bruxa malvada
(Ruth Rocha)

Era uma bruxa malvada
Que assustava a criançada
Com seu horrível ruído...

Mas o que ninguém sabia
É que ela também sofria,
Tinha medo de bandido!

Era um bandido terrível,
E era muito temível
A sua voz de trovão!

Mas ele tem um segredo.
É que ele também tem medo,
Medo de bicho-papão!

(...)

In: Quem tem medo de monstro?, Ruth Rocha, Riográfica, 1986, RJ

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Um Jack da lanterna.O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento de cariz tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações pagãs dos antigos povos celtas.

HISTÓRIA

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração.

Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" na língua celta).

O fim do verão era considerado como ano novo para os celtas. Era pois uma data sagrada uma vez que, durante este período, os celtas consideravam que o "véu" entre o mundo material e o mundo dos mortos (ancestrais) e dos deuses (mundo divino) ficava mais tênue.

O Samhain era comemorado por volta do dia 1° de novembro, com alegria e homenagens aos que já partiram e aos deuses. Para os celtas, os deuses também eram seus ancestrais, os primeiros de toda árvore genealógica.

Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.

A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

ATUALIDADE

Com a conversão ao cristianismo dos povos europeus, foi-se estabelecendo a partir dos séculos IV e V o calendário litúrgico católico, surgindo as celebrações do Dia dos fiéis defuntos e do Dia de Todos-os-Santos, mitigando as referências às entidades pagãs e erodindo a popularidade da sua mitologia em favor da presença dos santos católicos.

Atualmente, além das práticas de pedir doces ou de vestir roupas de fantasias que se popularizaram inclusive no Brasil, podemos encontrar pessoas que celebram à moda celta, como os praticantes do druidismo (o druida era o sacerdote dos celtas) ou da wicca (considerada como uma forma de bruxaria moderna).

Um ritual habitual na noite de 31 de outubro é o de acender uma vela numa das janelas de casa, em homenagem aos seus ancestrais.

Muitos grupos se reúnem e meditam em volta de fogueiras para honrar seus mortos e seus deuses, com oferendas como frutas e flores, e terminam a festa compartilhando comida e bebida, música e dança. Uma boa bebida para essa época é o leite quente com mel, servido com pedaços de maçã e polvilhado com canela. Pode-se acrescentar o chocolate, que na época dos celtas não existia, mas que hoje é muito bem-vindo.

A festa para os cristãos


Os cristãos mais fiéis reprovam as festividades. Os católicos consideram-na inclusive como uma afronta ao Dia de Todos-os-Santos, portanto resistem ao evento relacionando-o aos modismos provenientes da cultura consumista norte-americana.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas#Hist.C3.B3ria

Mais história

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).

Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)


A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas: Jack O'Lantern

(Jack da Lanterna)
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.

Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.

Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.

Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.

De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.

Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O'Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.

Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.

O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

Halloween pelo mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.

Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).

México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.

Tailândia

Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos:

a abóbora:
simboliza a fertilidade e a sabedoria

a vela:
indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.

o caldeirão:
fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

a vassoura:
simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.

as moedas:
devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.
os bilhetes:

os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.

a aranha -
simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

o morcego -
simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.

o sapo -
está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Universo

Cores:

Preto -
cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Laranja -
cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos
se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.


Roxo - cor da magia ritualística.
Edição e formatação: Lilian Russo - http://www.ilove.com.br/lili/palavrasesentimentos/

Fontes de Referência:
Folha de São Paulo
Estadinho (30/10/1999)
Guia dos curiosos http://www.guiadoscuriosos.com.br/

Veja os filmes especiais para o dia!


Nada mais perfeito para o Halloween do que filmes de bruxas, você pode dar risadas, sentir medo e tudo o que quiser.

Saiba mais sobre os filmes e faça a sua escolha para curtir na noite de Halloween. Selecionamos filmes que não têm só bruxos, mas também muita gente malvada:

A Noiva Cadáver

Ilha Rá-Tim-Bum - O Martelo de Vulcano

Monstros S.A

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry Potter e a Câmara Secreta

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Xuxa e os Duendes

Xuxa e os Duendes 2

Peter Pan: De Volta à Terra do Nunca

domingo, 1 de setembro de 2013

17 livros para quem gosta de bruxas

By JARDINEIRO   Posted at  16:05   Halloween No comments

LITERATURA INFANTIL

Atrapalhadas, misteriosas, divertidas, sociáveis e até boas. Indicamos livros infantis com todos os tipos de bruxas.


Foto: Livros com histórias de bruxas para todas as idades
Capa do livro "Bruxa, Bruxa venha à minha festa", do autor Arden Druce

Essa bruxa é boa ou má? As bruxas podem ter bebês? Bruxas vão ao parque? Essas são algumas das perguntas que você pode escutar de seu filho ao ler para ele. E não há resposta certa. Cada livro trará uma versão, pois na literatura não existe uma bruxa. Há várias bruxas.

É verdade que nos contos de fadas elas são bem parecidas. Velhinhas, fadas ou madrastas. Quase sempre ameaçadoras e más. Apesar de serem famosas e terem conquistado muitos leitores, confie: outras bruxas também podem animar as histórias.

Bruxas atrapalhadas, misteriosas, divertidas, sociáveis (e até boas!) têm sido protagonistas de livros infantis, juvenis e adultos. Abaixo você encontra indicações de leitura para todas as idades, inclusive para você, caso queira reencontrar-se com ela.
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. As Memórias de Bruxa Onilda

Autores: E. Larreula e R.Capdevila
Editora: Scipione

Você sabia que as bruxas não aprendem a andar de bicicleta como costuma acontecer com as crianças? E que tampouco se divertem com brinquedos comuns? Nesta história, Bruxa Onilda conta suas memórias desde seu nascimento até as primeiras confusões familiares. Conta de seus primeiros experimentos com poções mágicas e como aprendeu a planar em vassouras voadoras. Só mesmo lendo o livro para saber quem foram os convidados que vieram conhecê-la logo em seus primeiros dias de vida!
2. As férias da Bruxa Onilda

Autores: E. Larreula e R.Capdevila
Editora: Scipione

Tanto para aqueles que acompanham a Bruxa Onilda nos outros livros da coleção, como aqueles que a estão conhecendo pela primeira vez, este livro é um dos favoritos. Morta de calor em seu castelo, Onilda decide tirar umas férias na praia, um lugar fresquinho e sossegado. Mas as coisas não acontecem bem assim. Sobrevoando a praia em sua vassoura mágica, mal consegue ver a areia, tantas são as pessoas que tiveram a mesma ideia do que ela. Com seus trajes e jeito de bruxa, não passa despercebida, agitando as férias de todos que encontra no caminho!
3. Bruxa, Bruxa venha à minha festa

Autor: Arden Druce
Editora: Brinque Book

Logo de cara já levamos o primeiro susto: enrugada, orelhuda e com uma verruga na ponta do nariz é a bruxa da capa. Não desista de ler este livro para seu filho por causa disso, pois será isso o que ele mais vai gostar! As ilustrações roubam a cena e permitem que as crianças se divirtam com os convidados desta festa: Bruxa, Gato, Espantalho, Coruja, Árvore, Duende, Dragão, Pirata, Tubarão, Cobra, Unicórnio, Fantasma, Babuíno, Lobo e até Chapeuzinho Vermelho! Quando chegarem ao fim da história, saberão quem é a dona desta festa tão bem frequentada!
4. Cacoete

Autora: Eva Furnari
Editora: Ática

Na cidade Cacoete todos eram muito organizados. As ruas eram alinhadas em ordem alfabética, as mulheres usavam vestidos de bolinha e os homens calça xadrez com camisa branca. Frido também era um menino organizado e sabia que o presente do Dia dos Professores não podia ser outro: tinha que ser uma maçã. Mas a fruta se esgotou na cidade. Que enrascada! Como ele sairá dessa? Em busca da maçã, Frido vai parar numa casa na floresta e é recebido por uma senhora que assa uma batata no forno. Leia a história e veja o que sairá de lá!
5. As cartas de Ronroroso

Autores: Hiawyn Oram e Sarah Warburton
Editora: Salamandra

Ronroroso Saramago de Bragança, RB, vem de uma família de gatos com boa reputação na arte de servir bruxas. Mas ele tem um grande problema: sua bruxa não quer ser uma bruxa. Em suas palavras: "Ela se recusa a gargalhar como bruxa. Não quer montar em vassouras. Não usa pernas de sapo, olhos de salamandra, asas de morcego em nossas poções. E não quer saber de assustar as crianças". Passa, então, a trocar cartas com o seu tio, um experiente servo de bruxas, a pedido de bons conselhos e feitiços que façam com que Hilda Bruxilda se torne uma verdadeira bruxa!
6. Contos de Grimm, v. 2

Autora: Maria Heloisa Penteado
Editora: Ática

O que são Contos de Grimm? São histórias que foram escritas pelos irmãos, Jacob e Wilhelm, na Alemanha, no século XIX. A Bela Adormecida, A Branca de Neve, Cinderela e Rapunzel são alguns dos contos dos irmãos que foram reescritos por Maria Heloisa Penteado. Apesar de retratarem a cultura de um país tão distante do nosso e de uma época tão antiga, as histórias foram reinterpretadas por inúmeros autores e permanecem vivas até hoje. Elas tratam de forma contemporânea muitas das questões humanas e por isso são tão apreciadas pelas crianças!
7. A Bruxa Salomé

Autora: Audrey Wood
Editora: Ática

Uma senhora possuía sete filhos. Seus nomes eram: Segunda-Feira, Terça-Feira, Quarta-Feira, Quinta-Feira, Sexta-Feira, Sábado e Domingo. Viviam todos juntos em um vilarejo distante da cidade e ajudavam nos afazeres domésticos. Antes de ir ao mercado, a mãe perguntou a cada um deles o que gostaria que ela trouxesse do mercado e avisou-os para não abrir a porta a ninguém. Mas os pequenos não resistiram à tentação de uma visita especial que trouxe consigo um enorme saco de ouro. Imaginem o que aconteceu quando a Bruxa Salomé entrou em sua casa…
8. Manual Prático de Bruxaria em Onze Lições

Autor: Malcolm Bird
Editora: Ática

O próprio nome diz: o livro é um manual prático de bruxaria em onze lições. Se o seu filho é um aprendiz de feiticeiro e sempre quis saber quais são os ingredientes para uma boa poção mágica, qual é o feitiço para ficar invisível, quais são as maiores travessuras do Halloween e outras curiosidades sobre as bruxas, não tenha dúvidas: no manual ele vai encontrar! Só não se assuste se as bruxarias usarem unhas de pés, caca de nariz e sapos esverdeados!
9. O Manual da Bruxa para Cozinhar Crianças

Autor: Keith McGowan
Editora: Companhia das Letras

Nos tempos dos Irmãos Grimm era fácil! As crianças se perdiam nas florestas, pediam informações a estranhos e era simples pregar uma peça nelas e devorá-las num instante! Mas e hoje? Como uma bruxa faria para comer essas criaturinhas? Este é o livro de uma bruxa contemporânea que quer manter a tradição dos contos de fadas. Por isso, passa a frequentar cinemas, faz passeios infantis e conta com muitos ajudantes para conseguir fazer jus à façanha que tornou tantas bruxas famosas.
10. A Estranha Madame Mizu

Autor: Thierry Lenain
Editora: Companhia das Letras

Imagine só o que você faria se começasse a escutar barulhos estranhos vindos do apartamento de sua vizinha. Pois foi exatamente o que aconteceu com Zoe. Uma menina calada e solitária, que no silêncio de seu quarto foi invadida por gargalhadas e bengaladas que mais se pareciam com bruxarias. Corajosa, a menina invade o apartamento de Madame Mizu para tirar sua dúvida! Se você também tiver coragem, leia o livro e descubra com Zoe se a estranha senhora é mesmo uma bruxa.
11. Creuza em crise - Quatro Histórias de uma Bruxa Atrapalhada

Autora: Silvana Tavano
Editora: Companhia das Letras

Creuza está em crise: como se comportar no mundo moderno? Habituada a fazer feitiços com sapos, conviver com morcegos e a voar em sua vassoura mágica, tem de se adaptar às regras dos novos tempos. Quem ler este livro poderá se divertir com as atrapalhadas de Creuza em sua primeira viagem de avião e em uma temporada na praia com seu primo. Mas quem quiser gargalhar de verdade, tem que ler a história de quando Creuza recebe uma visita em sua casa, mas nem imaginava que ela viria com um cachorro!
12. A Bruxinha que era Boa

Autora: Maria Clara Machado
Editora: Companhia das Letrinhas

Que tal aproveitar uma boa história de bruxa para fazer teatro? Maria Clara Machado é autora de uma das peças infantis mais famosas do Brasil. O objetivo é que qualquer pessoa possa participar da história sobre uma aprendiz de feiticeira que não aceita viver no mundo maldoso em que nasceu. Convide seus filhos para participar!
13. As Brumas de Avalon

Autora: Marion Zimmer
Editora: Imago

Dividida em quatro volumes, As Brumas de Avalon é uma adaptação da Lenda do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda. Mas aqui, as protagonistas são as mulheres. A história passa a ser analisada do ponto de vista de personagens bem emblemáticas como Guinevere, mulher de Artur, Viviane, a Senhora do Lago e Morgana, irmã de Artur e também reconhecida como uma poderosa e influente feiticeira. A famosa saga medieval continua tendo como cenário a imaginária ilha de Avalon, com suas intrigas e disputas territoriais. Trata-se, acima de tudo, da história de um profundo conflito entre o cristianismo e as religiões pagãs.
14. A Letra Escarlate

Autor: Nathaniel Hawthorne
Editora: Martin Claret

Esse é a obra-prima de Nathaniel Hawthorne, considerado o primeiro grande romancista dos Estados Unidos. A história se passa em uma comunidade puritana de Boston, no século XVII. A jovem Hester Prynne é condenada a uma vida de desonra após se envolver em um adultério. O castigo? Carregar no peito a letra "A" de adúltera. Apesar de tudo, a jovem decide criar sozinha a filha ilegítima e manter em segredo a identidade de seu amante. Uma obra que trata dos dilemas de uma personagem que busca o direito à liberdade afetiva em meio a um rígido moralismo social.
15. A Hora das Bruxas

Autora: Anne Rice
Editora: Rocco

A autora do famoso livro "Entrevista com Vampiro" decidiu que, agora, era hora de falar de bruxas. Mantendo os temas que a consagraram, como o erotismo e as paixões arrebatadoras, Anne narra a saga da família Mayfair, envolvida em feitiçaria e forças ocultas ao longo de quatro séculos. A história, dividida em dois volumes, não segue ordem cronológica e passa por lugares como os EUA, Haiti e França para explicar intricadas relações familiares.
16. O Livro Perdido das Bruxas De Salem

Autora: Katherine Howe
Editora: Suma de Letras

Em 1692, na cidade norte-americana de Salem, mais de 150 pessoas foram presas e acusadas de bruxaria e mais de vinte condenadas à forca. Esse fato real é a inspiração para a história criada por Katherine Howe. No livro, a estudante Connie Goodwin está finalizando sua dissertação de mestrado em Harvard, quando acaba no interior do condado de Essex para ajudar na reforma da casa da avó. A região é a mesma de Salem. Lá, ela se defronta com a misteriosa vida de Deliverance Dane, uma mulher reconhecida em sua época por curar doentes, receitando remédios e poções. Instigada pela história do lugar e por essa figura feminina, Connie passa a dedicar seu tempo em busca de vestígios que possam explicar parte desse trágico momento histórico.
17. A Descoberta Das Bruxas

Autora: Deborah Harkness
Editora: Rocco

Diana Bishop passou toda a vida tentando esquecer sua descendência bruxa. Órfã aos sete anos, seu único desejo era ser uma humana como qualquer outra. Até o dia em que encontra um manuscrito secreto na Biblioteca Bodleiana de Oxford, chamado Ashmole 782. A descoberta desencadeia uma guerra no mundo mágico, e Diana se torna o maior alvo. Ela vai contar com a ajuda questionável de um charmoso geneticista chamado Matthew Clairmont, um vampiro de 1.500 anos. Uma história eletrizante, repleta de magia e romance. 

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