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domingo, 13 de outubro de 2013

A minha ou a nossa escola?

By JARDINEIRO   Posted at  16:11   Ética No comments

O papel da escola se intensifica ao entendermos que ela é de todos da mesma forma que pertencemos a ela

Terezinha Azerêdo Rios. Foto: Marina PiedadeÉtica na escola
Terezinha Azerêdo Rios é graduada em Filosofia e doutora em Educação.
Minha escola. É assim que, geralmente, os gestores se referem à instituição que dirigem. A posse implícita na expressão parece semelhante à que indica de quem é a toalhinha de crochê que se encontra sobre o arquivo ou o porta-retrato com fotos da família.
Da mesma forma, são comuns as expressões "meus professores", "meus alunos", "meus funcionários". Podemos até imaginar que esse é um jeito de demonstrar devoção ao cargo. Sem tirar o mérito do zelo profissional, é preciso apontar o risco de considerar a escola - e o que ela abriga - como um domínio particular.
A expressão popular "cuido disso como se fosse meu" traz a impressão de que se tem mais consideração - ou simplesmente mais cuidado - com algo que nos pertence. E ainda: que a propriedade privada tem mais importância que a pública. Basta lançar um olhar à nossa volta para ver o descaso com que os espaços de uso comum são tratados, fato que reforça uma crença equivocada segundo a qual "o que é de todos não é de ninguém".
Aprendemos que os adjetivos possessivos indicam propriedade: minha blusa, seu livro, nossa casa. Esse sentido se aplica bem para coisas. Entretanto, há outro significado quando dizemos: "Minha mãe, seu amigo, nosso time". Ao nos referirmos à pessoa e à instituição, a relação que se estabelece não é a de posse, mas de um sentimento duplo: sou dela da mesma forma que ela é minha. O que expressamos é uma ideia de pertencimento: minha família, nosso país.
Escola - espaço que não é só físico e se constitui de tantos elementos complexos dos quais ninguém tem a posse e com os quais devemos estabelecer uma relação de convivência e de trabalho. Por isso o gestor precisa cuidar para que as ações não sejam de caráter possessivo.
Pode-se pensar que essa ref lexão só tem validade para as escolas públicas, uma vez que, do ponto de vista formal, os gestores não são seus proprietários. Mas não é a esse sentido que me refiro. Mesmo no caso de uma instituição particular, na qual o dirigente muitas vezes é também o dono, a escola - que é um espaço público - só cumprirá sua missão se for de todos aqueles que a constituem, cada um em sua função. É claro que os gestores têm um papel específico e uma responsabilidade própria, que só ganham significado, porém, se estiverem articulados ao trabalho dos outros.
Na escola, o adjetivo cabe melhor se usado no plural. Na pluralidade. Nossa escola - uma instituição que nos pertence, como um bem que assumimos, e à qual também pertencemos, porque com nossa atuação cotidiana damos a ela sua feição.

Administração de conflitos - Ambiente saudável

By JARDINEIRO   Posted at  16:07   Diretor da escola No comments

 criação de um bom clima de trabalho é a peça-chave da administração de uma escola. Veja como esse fator pode ser melhorado no dia a dia

Foto: Helder Tavares
EM prol do ENSINO Ao definir os objetivos e os métodos do trabalho, a diretora Maria José acabou com a rivalidade. Foto: Helder Tavares
Na hora dos intervalos na EE Professor Trajano Mendonça, em Recife, era nítido que existiam sérios problemas de relacionamento entre os professores. Um grupo se confinava na pequena sala reservada a eles. O outro se reunia no pátio. Em comum, apenas a pauta das conversas: falar mal dos colegas. "A escola estava dividida. Havia os que nem se cumprimentavam", lembra a diretora Maria José Baracho, que assumiu a unidade em 1997. A falta de comunicação e colaboração afetava o planejamento pedagógico, o cumprimento de metas e, claro, a aprendizagem dos alunos. "Era raro ocorrer uma reunião que não se transformava em uma interminável troca de acusações."

Esse tipo de situação indica a falta do que os administradores chamam de "clima organizacional". O conceito, que à primeira vista parece estar mais relacionado a empresas, também é imprescindível para a boa gestão escolar, como constatou a pesquisa Práticas Comuns à Gestão Escolar Eficaz, coordenada por Fernando Luiz Abrúcio, cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido da Fundação Victor Civita (FVC). "As cinco escolas com melhor desempenho investem bastante na criação de um bom clima", destaca. O levantamento, realizado de abril a setembro deste ano, identificou outros três aspectos que fazem a diferença no comando de unidades de ensino (veja quais são eles no quadro abaixo).
Diante do cenário bélico de sua escola, a diretora Maria José não tinha outra opção senão trabalhar pela paz. Sua primeira atitude foi intervir numa questão de infraestrutura: transformou a secretaria - uma sala ampla que era ocupada por apenas três funcionários - na nova sala dos professores. Sentindo que mais mudanças viriam, um dos docentes perguntou de que lado a gestora ficaria. "Ouvi todos e cada um. Não me posicionei contra nem a favor. Disse que estava ali para colaborar e minha sala estaria sempre aberta", conta.
"Ouvi todos e cada um. Não me posicionei contra nem a favor. Disse que estava ali para colaborar e minha sala estaria sempre aberta."
Maria José Baracho, diretora da EE Professor Trajano Mendonça, em Recife
O próximo passo foi propor um sistema de cumprimento de metas por meio do qual o desempenho escolar seria avaliado. No início de cada ano, a diretora passou a apresentar os resultados (índices de aprovação e evasão, notas em avaliações internas e externas etc.) e a estipular os objetivos, detalhando a função de cada integrante no processo. Até hoje, todas as decisões são registradas em documentos para que as ações sejam acompanhadas e redirecionadas ao longo do ano letivo. "É importantíssimo que os dados sobre a escola circulem entre todos", ressalta a especialista em administração escolar Myrtes Alonso, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). Reuniões, grupos de trabalho, murais e até sites ou listas de e-mails são instrumentos aos quais os gestores podem recorrer para facilitar o fluxo de informações entre os membros do grupo.
Os quatro segredos da gestão eficaz
Reprodução
Reprodução

Além do bom clima organizacional, a pesquisa Práticas Comuns à Gestão Eficaz destacou mais três fatores que fazem a diferença na gestão escolar. São eles: a qualidade da formação inicial e continuada da equipe gestora, a atenção dada às metas e avaliações externas, bem como a forma pela qual os resultados geram mudanças na prática escolar, e, por fim, a capacidade dos gestores em ter uma visão integradora, coordenando as áreas administrativa, financeira e pedagógica para que ocorram avanços na aprendizagem dos alunos. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores realizaram 152 entrevistas, além de assistir a 15 reuniões de equipes gestoras, 14 encontros pedagógicos e 15 aulas. Das dez escolas que compuseram a amostra, oito eram municipais e duas estaduais, localizadas em quatro municípios paulistas. 
A equipe eficiente estabelece relações pessoais sólidas 
Uma escola boa para trabalhar abre espaço para o debate coletivo. O ideal é que ocorram as tradicionais reuniões de formação continuada, de planejamento pedagógico e com os pais, além daquelas que têm como objetivo a busca de soluções para questões como absenteísmo, indisciplina e dificuldades de aprendizagem. "O entrosamento entre os profissionais reflete a relação que eles têm com a escola. Ao se sentir valorizados, ouvidos e acreditados pela liderança, professores e funcionários tendem a reproduzir essa confiança nos vínculos pessoais estabelecidos no trabalho, criando um bom clima", diz a especialista Myrtes Alonso.

Esses momentos de troca também estimulam o aparecimento de lideranças positivas entre os professores, decisivas para que a equipe de gestão consiga descentralizar tarefas. "O paradigma autoritário está superado. É preciso saber delegar", aconselha Clóvis Roberto dos Santos, especialista em Administração Escolar pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Num primeiro momento, o diretor pode achar que o desafio maior é gerenciar muitas frentes de trabalho. Mais que isso, sua atuação é o cerne para a construção de um ambiente de colaboração baseado no estímulo às responsabilidades individuais, que, somadas, facilitam o cumprimento das metas educacionais estabelecidas pela equipe.

Está mais do que claro que o conceito de clima organizacional envolve uma infindável quantidade de relações humanas. Em qualquer ambiente profissional, o importante é que esses relacionamentos estejam baseados em atitudes éticas para que funcionem em favor da aprendizagem. "A escola é o lugar social no qual as diferenças se manifestam. Os gestores precisam entender que elas são parte do fazer educacional", opina a coordenadora pedagógica Sarah Kopcak, mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ao exercer uma liderança baseada no diálogo, os diretores garantem espaço para a participação dos professores no aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem. Com isso, também evitam que se acumulem conflitos mal resolvidos, os quais podem ocasionar o fracasso dos alunos. No médio e no longo prazo, a construção de um bom ambiente de trabalho leva à conquista de uma cultura escolar consistente. E essa vai além do clima: estabelece os princípios da escola e embasa toda atuação da instituição.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Os quatro segredos da gestão eficaz

By JARDINEIRO   Posted at  16:16   Líder No comments

Pesquisa exclusiva revela a combinação que abre as portas para melhorar cada vez mais o desempenho da escola


Gerson Mora
Gerson Mora
Duas escolas com alunos de perfil socioeconômico e cultural semelhante e pertencentes à mesma rede de ensino nem sempre têm o mesmo desempenho nas provas de avaliação externa. O que ocorre em cada uma delas para justificar a diferença? Por acreditar que é a gestão escolar que garante um resultado melhor (ou pior), a Fundação Victor Civita (FVC) realizou o estudo Práticas Comuns à Gestão Escolar Eficaz, com patrocínio da Abril Educação-Ser, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA.

Entre abril e setembro, 14 pesquisadores coordenados pelo cientista político Fernando Luiz Abrúcio, professor de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo, estudaram dez escolas em quatro municípios de São Paulo. Para chegar a elas, foi utilizado um modelo estatístico criado por Francisco Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais (leia mais no quadro abaixo).

Divididas em pares (duas unidades em condições semelhantes, mas com resultados diferentes na Prova Brasil), elas foram visitadas e analisadas, e a conclusão é que, sim, as que têm uma gestão mais eficaz são as que obtêm notas melhores. Segundo o estudo, são quatro os "segredos" da boa gestão escolar, aspectos que podem ser replicados em todo o país para melhorar a aprendizagem.
As análises mostram que a gestão escolar ainda está em fase de organização e, por isso, aquém do desejável. A grande lacuna é a falta de foco no pedagógico, como comprova outra pesquisa encomendada pela FVC (para o Ibope) com dados sobre o dia a dia de 400 diretores de 13 capitais . Veja as outras páginas e saiba o que há de melhor e o que ainda falta no cenário da gestão escolar no país.
Em foco, o "efeito escola"
A escolha das dez escolas analisadas partiu de um modelo estatístico batizado de "efeito escola". Partindo dos resultados da Prova Brasil, o professor Francisco Soares, da UFMG, retirou os fatores externos que podem interferir no desempenho dos alunos (condição social e econômica das famílias e do entorno). Isso permite afirmar que duas ou mais escolas têm situação semelhante - e, com base nessa informação, tentar entender por que elas obtêm notas diferentes. "A intenção é medir a influência das ações de dentro da própria escola, especialmente as de gestão", explica Soares. Os pesquisadores fizeram 152 entrevistas, organizaram 25 grupos de discussão com a comunidade e acompanharam 15 reuniões das equipes gestoras, 14 encontros pedagógicos e 15 aulas - em oito unidades municipais e duas estaduais de quatro municípios paulistas
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Quatro características de um líder

By JARDINEIRO   Posted at  16:12   Líder No comments

Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e sabia como desenvolvê-las


liderança
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção - e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre, são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. "É caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando a aprendizagem dos alunos", afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especilaista, selecionamos  iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1- Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda aa criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.

2- Estabeleça metas claras 
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que voce quer transformar (Abandono? Repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias - sua função é enfatizar o tempo todo de que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões da cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.

3- Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4- Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém - você - realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajuda-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da Secretaria de Educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes a querer aprender outras coisas e a compartilhar seu conhecimento com seus pares.

As responsabilidades do diretor

By JARDINEIRO   Posted at  16:11   Diretor da escola No comments

Entenda o papel do líder da escola, encarregado de orquestrar a administração da instituição, o fazer pedagógico e a relação com a comunidade



Escola organizada e limpa, equipamentos funcionando, contas em dia, funcionários em ação, comunidade participativa - e, acima de tudo, alunos aprendendo. Esse é o cenário ideal para uma instituição de ensino. Não se chega a ele sem muito trabalho e sem a presença de um diretor à sua frente. Ele deve ser um profissional que, na definição clássica do pesquisador Antônio Carlos Gomes da Costa, conjuga três perfis básicos:
  • Administrador escolar: mantém a escola dentro das normas do sistema educacional, segue portarias e instruções, é exigente no cumprimento de prazos;
  • Supervisor pedagógico: valoriza a qualidade do ensino, o projeto pedagógico, a supervisão e a orientação pedagógica e cria oportunidades de capacitação docente;
  • Líder sociocomunitário: preocupa-se com a gestão democrática e com a participação da comunidade, está sempre rodeado de pais, alunos e lideranças do bairro, abre a escola nos finais de semana e permite trânsito livre em sua sala.

As principais funções do diretor

Não é uma tarefa fácil. O diretor precisa ter conhecimento e sensibilidade para lidar com os diversos aspectos que interferem no bom funcionamento da escola que dirige: do domínio das questões financeiras e legais à comunicação com pais, do relacionamento entre os funcionários à gestão da infraestrutura do local. A lista abaixo dá uma ideia da complexidade de sua atuação:
  • Cuidar das finanças da escola;
  • Prestar contas à comunidade;
  • Conhecer a legislação e as normas da Secretaria de Educação para reivindicar ações junto a esse órgão;
  • Identificar as necessidades da instituição e buscar soluções junto às comunidades interna e externa e à Secretaria de Educação;
  • Prezar pelo bom relacionamento entre os membros da equipe escolar, garantindo um ambiente agradável;
  • Manter a escola esteja limpa e organizada;
  • Garantir a integridade física da escola, tanto na manutenção dos ambientes quanto dos objetos e equipamentos;
  • Conduzir a elaboração do projeto político-pedagógico, o PPP, mobilizando toda a comunidade escolar nesse trabalho e garantindo que o processo seja democrático até o fim;
  • Acompanhar o cotidiano da sala de aula e o avanço na aprendizagem dos alunos;
  • Ser parceiro do coordenador pedagógico na gestão da aprendizagem dos alunos;
  • Incentivar e apoiar a implantação de projetos e iniciativas inovadoras, provendo o material e o espaço necessário para seu desenvolvimento;
  • Gerenciar e articular o trabalho de professores, coordenadores, orientadores e funcionários;
  • Manter a comunicação com os pais e atendê-los quando necessário.
Todo esse trabalho, no entanto, não pode ser solitário. O diretor, como líder da escola, deve envolver sua equipe de professores, coordenadores, orientadores e funcionários no planejamento e execução das tarefas. Além de garantir uma gestão transparente e democrática, saber delegar é fundamental para dar conta do trabalho.
Essa articulação e parceria entre todos os profissionais deve sempre visar à meta principal de toda e qualquer escola: a aprendizagem dos alunos. Afinal, é função primordial do gestor prezar pela qualidade do fazer pedagógico da instituição que dirige, não sendo apenas um provedor e organizador de recursos.

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